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Porque é importante eleger o Green Valley número 1 do mundo?

Esta é a pergunta que muitos fazem, quando se deparam com a campanha do Super Club para o ranking da DJ Mag, revista inglesa de música eletrônica considerada a mais importante do mundo e que, anualmente, elege os 100 melhores clubes com ajuda do voto popular. Para entender esta questão, é necessário percebê-la com uma perspectiva mais macro: ter o Green Valley e, principalmente, o Brasil no topo do mundo não é importante apenas para o Club, pois gera uma reação em cadeia à sua volta.

A campanha do Green Valley para 2017 focou na importância do público brasileiro votar no Green Valley e outros clubes nacionais para o ranking. “Isso incentiva outras casas a entrarem nesta competição. O Brasil já chegou a ter nove casas no Top 100, atualmente tem sete e acreditamos que com a nossa campanha, este recorde poderá ser batido”, explica o diretor internacional do Green Valley, António Afonso.

Com mais clubes brasileiros no ranking, a atenção do mundo se volta para cá com maior intensidade. Todos saem ganhando. “Sendo bem aproveitado pelo mercado, isso traz milhares de turistas para o país, vindos do mundo inteiro. Um exemplo: a região do Vale do Itajaí, que possui os top 3 clubes do país pela House Mag, e que poderá se tornar a ‘Ibiza brasileira’ se o foco for trazer clientes lá de fora”, pontua. Aliado a isso, 60 artistas, destacando o DJ brasileiro melhor colocado no top 100 DJ do mundo, Alok, e várias celebridades brasileiras, incluindo o jogador de futebol Neymar e a atriz Susana Vieira, apoiaram a campanha 2017 do Green Valley. “Eles literalmente deram a cara pela causa, entendendo que se trata de um interesse comum a todos”.

Artisticamente falando
Além do impacto turístico e econômico, outro fator muito importante é a movimentação da cena brasileira. Tudo isso aquece o mercado e valoriza os artistas nacionais que passam pelo Super Club. “O Green Valley se tornou uma vitrine e todo mundo quer se apresentar lá”, afirma Rodrigo Vieira, DJ residente do clube e ex-executivo da Sony Music e Universal Music para a América Latina por mais de 10 anos. Com apresentações no mundo todo, ele atesta: “o Green Valley tem um nome de respeito na cena e causa muita curiosidade pelo mundo. Ásia, Oceania, Europa, Estados Unidos, não importa o lugar. Os DJs querem tocar no Green Valley e os amantes de música eletrônica sonham conhecer”.

Para o diretor artístico do Green Valley, Juba Jacomino, o fato do clube ocupar as primeiras posições do ranking faz do Green Valley objeto de desejo para os artistas e resulta em intercâmbios com outros países, por exemplo, como já aconteceu com os grandes clubes de Ibiza, na Croácia, Singapura e outros. “O Green Valley sempre foi uma referência para artistas nacionais e internacionais, e parte disso se deve a notoriedade que o clube atingiu mundialmente. Estar no topo do ranking também facilita nas contratações artísticas. Quem ganha com isso tudo? Nosso público, é claro!”, comenta.

A trajetória de seis anos no pódio do ranking reflete o aprimoramento do clube em sua operação, que está em constante evolução. “O Green Valley, nos últimos seis anos, vem ocupando uma posição de destaque no ranking. Uma vez terceiro lugar, três em segundo e duas em primeiro mostram bem a consistência da marca e carinho do seu público, que é incansável no apoio e voto. Isso reforça e engrandece a imagem da marca dentro e principalmente fora do país, fazendo com que o mercado internacional veja o Green Valley como uma grande referência mundial”, finaliza António Afonso.

Para quem ainda não votou, basta acessar o www.greenvalleybr.com. A votação encerra nesta quinta-feira (16).

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